Porto Velho, RO — A crise no setor aéreo de Rondônia continua gerando revolta nos passageiros, contradizendo as alegações das companhias Azul e Gol. As empresas solicitaram a extinção de uma ação civil pública na Segunda Vara da Fazenda e Saúde Pública de Porto Velho, alegando ter normalizado a oferta de voos no estado.
Entretanto, o Instituto de Defesa da Coletividade Escudo Coletivo contestou o pedido no processo. A entidade jurídica aponta estudos mostrando que Rondônia foi o estado brasileiro que mais perdeu conexões aéreas na última década, acumulando índices de atrasos graves muito superiores à média nacional.
Enquanto as companhias atribuem o corte de rotas e custos ao excesso de judicialização, dirigentes do instituto rebatem que os preços abusivos e a malha reduzida isolam o estado. O Tribunal de Justiça de Rondônia manteve decisão que considera a aviação comercial como serviço público essencial sujeito a fiscalização e controle estatal.
Fonte: News Rondônia
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