Porto Velho, RO — Uma confusão envolvendo o ativista político Alex Morong e o vereador Dr. Breno Mendes mobilizou a Polícia Militar na manhã desta terça-feira (2), nas dependências da Câmara Municipal de Porto Velho.
O episódio aconteceu no corredor de acesso aos gabinetes do vereador e do presidente da Casa Legislativa, Gedeão Negreiros, chamando a atenção de servidores, assessores e visitantes que estavam no local.
Segundo relato de Alex Morong, ele solicitou o acompanhamento de policiais militares até o gabinete parlamentar para identificar assessores que, conforme sua versão, teriam participado de um episódio ocorrido em 19 de maio, quando afirma ter sido agredido e ter cartazes de protesto rasgados durante uma manifestação realizada na galeria do plenário da Câmara.
De acordo com o ativista, ao tentar identificar os supostos envolvidos, uma nova discussão teve início dentro do ambiente parlamentar.
“Fui agredido pelo vereador na frente dos policiais. Eles são testemunhas”, declarou Alex Morong.
Conhecido por atuar em ações de fiscalização e manifestações sobre temas de interesse público, o ativista já participou de debates e protestos em diversos órgãos e instituições, incluindo eventos realizados na Ordem dos Advogados do Brasil em Rondônia (OAB-RO) e na Assembleia Legislativa de Rondônia.
Versão do vereador
Por outro lado, o vereador Dr. Breno Mendes registrou boletim de ocorrência relatando que Alex Morong teria se dirigido ao gabinete hostilizando assessores parlamentares.
Segundo a versão apresentada pelo parlamentar, durante o desentendimento o ativista teria agredido o assessor João Batista, de 72 anos, provocando um ferimento no rosto.
Alex Morong nega a acusação e afirma que não praticou qualquer agressão contra o servidor mencionado.
Apuração dos fatos
As versões apresentadas pelas partes são divergentes e deverão ser analisadas pelas autoridades competentes no decorrer da investigação.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre eventuais medidas adotadas após o registro das ocorrências, nem sobre possíveis desdobramentos administrativos ou judiciais relacionados ao caso.
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