Comunicação envolvendo possível caso de ideação suicida mobilizou forças policiais e levou à rápida atuação em Rondônia

Porto Velho, RO — A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia Regional de Ariquemes, atuou de forma imediata após o recebimento de um alerta internacional envolvendo um possível caso de ideação suicida relacionado a um adolescente residente no município.

A comunicação foi encaminhada pela Polícia Federal, após acionamento da INTERPOL, e teve origem em uma empresa de jogos online sediada na Finlândia.

Segundo as autoridades, a empresa identificou mensagens com conteúdo considerado grave, indicando sofrimento psicológico, possível automutilação e risco concreto à vida.

Diante da gravidade da situação, a autoridade policial determinou a atuação imediata do Núcleo de Inteligência Regional.

Com base nos dados técnicos compartilhados, policiais civis iniciaram diligências urgentes e conseguiram identificar um adolescente possivelmente em situação de vulnerabilidade emocional.

As equipes realizaram deslocamentos até os endereços apurados, mantiveram contato com familiares e adotaram as providências necessárias para verificar a localização e a integridade do adolescente.

Após as diligências, os responsáveis receberam orientações sobre a importância do acompanhamento familiar e da busca por atendimento especializado.

A Polícia Civil destacou que a rápida integração entre organismos internacionais, Polícia Federal e Polícia Civil foi fundamental para possibilitar uma resposta preventiva voltada à preservação da vida.

O caso também reforça a necessidade de atenção dos pais e responsáveis quanto às atividades virtuais de crianças e adolescentes, especialmente em jogos online, redes sociais e aplicativos de mensagens.

Segundo a corporação, mudanças bruscas de comportamento, isolamento, tristeza persistente, automutilação, falas relacionadas à morte e afastamento familiar devem ser observados com seriedade.

A Polícia Civil de Rondônia ressaltou ainda que a prevenção ao suicídio exige atuação conjunta da família, da escola, da comunidade e dos órgãos públicos.

Atenção e intervenção rápida podem salvar vidas, reforçou a instituição.

Fonte: ASSCOM/PC-RO