Porto Velho, RO — A política de Rondônia viveu momentos de intensa movimentação nos bastidores entre a noite de quarta-feira e a madrugada desta quinta-feira (19), com uma crise interna no Partido Liberal (PL) que colocou em dúvida a pré-candidatura do senador Marcos Rogério ao Governo do Estado.
Bastidores em ebulição
De acordo com apurações, lideranças do partido passaram horas em reuniões emergenciais e articulações estratégicas para conter a crise, marcada por relatos de insatisfação interna e insegurança política.
Deputados estaduais recém-filiados ao PL já estariam avaliando deixar a sigla, evidenciando um possível racha precoce dentro do partido.
Plano alternativo ganha força
Nos bastidores, o nome do deputado federal Fernando Máximo surge como possível “plano B” para a disputa ao governo, caso haja recuo de Marcos Rogério.
A movimentação indica que o partido já trabalha com cenários alternativos diante da instabilidade política.
Nova configuração política
Outro fator que impactou o cenário foi a entrada do ex-prefeito Hildon Chaves na federação entre União Brasil e Progressistas, criando um novo polo de força na disputa estadual.
Analistas avaliam que a mudança aumentou a pressão sobre Marcos Rogério, tornando o cenário eleitoral mais competitivo e imprevisível.
Decisão estratégica à frente
Diante do cenário, o senador deverá decidir nos próximos dias se mantém a pré-candidatura ao governo ou se opta por disputar a reeleição ao Senado.
Ambos os caminhos são considerados desafiadores, com forte concorrência prevista para as eleições de 2026.
Cenário indefinido
A crise expõe fragilidades internas no PL e levanta dúvidas sobre a viabilidade do projeto eleitoral do partido no estado.
Enquanto isso, aliados e adversários acompanham os desdobramentos, que podem redefinir o cenário político de Rondônia nos próximos meses.
0 Comentários