Ação da Polícia Civil identificou tentativa de extorsão de provedores e resultou em prisão preventiva

Porto Velho, RO — A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO 1), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECCO), com apoio da Delegacia de Guajará-Mirim, deflagrou na manhã desta sexta-feira (29) a Operação Flégias, que resultou no esclarecimento de um ataque criminoso à rede de transmissão de internet na capital.

A operação teve como objetivo o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Porto Velho e a prisão preventiva do autor de um incêndio criminoso provocado na estrutura de rede de internet, crime que causou prejuízos a provedores e à população local.

Conforme apurado pela Polícia Civil, uma facção criminosa tentou angariar vantagem econômica indevida de provedores de internet. Diante da negativa da vítima em atender às exigências ilegais, os criminosos utilizaram material inflamável para causar dano patrimonial e provocar a interrupção do sinal de internet para diversos moradores da região.

O crime ocorreu na noite do dia 19 de janeiro, no bairro Castanheiras, em Porto Velho. A partir do trabalho investigativo, a Polícia Civil conseguiu identificar a autoria do ataque, deflagrando a operação com o objetivo de reforçar o conjunto probatório do inquérito e capturar o suspeito, que se encontrava em situação de fuga iminente.

O mandado de prisão preventiva foi cumprido pela equipe da Delegacia de Guajará-Mirim, encerrando a fase inicial da operação e garantindo o avanço das investigações.

O nome da operação, Flégias, faz referência a um personagem da mitologia grega que, movido pela ira e pelo desejo de causar o mal, incendiou um templo dedicado aos deuses. Como punição, foi condenado ao Tártaro, onde permanece em constante temor, simbolizando as consequências dos atos criminosos.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população. Denúncias anônimas podem ser feitas, com garantia total de sigilo e anonimato, contribuindo diretamente para a elucidação de crimes e o fortalecimento da segurança pública.

Fonte: Assessoria/PC-RO